A roupa vintage usada está cada vez mais na moda. O número de lojas vintage em Portugal mais do que duplicou nos últimos anos, basta fazer uma breve pesquisa no Instagram. Até as lojas como a Zara e a Bershka começam a tomar nota: a nova colecção está cheia de padrões e camisas hawaianas que parecem “roupa vintage”. Mas porque é que o vintage está tão na moda?







Peças únicas. Embora algumas peças vintage também tenham sido fabricadas em quantidade, a probabilidade de alguma vez vir a encontrar alguém com roupa igual é muito baixa. A maioria da roupa vintage vem de outros países da Europa e dos Estados Unidos e é adquirida à unidade. Seriam precisas muitas coincidências para encontrar duas peças iguais, assim como é raro encontrar pessoas que tenham roupa igual à sua dos anos 90.


Qualidade.
Muitas pessoas associam a roupa vintage a uma maior qualidade. Em primeiro lugar, têm que ser peças resistentes ao teste do tempo. Em segundo lugar, é comum encontrar camisas 100% algodão ou 100% seda, algo que é raro nas lojas de hoje em dia. A produção moderna é mais barata porque a matéria prima não são as fibras naturais, que foram substituídas por polyster e poliamida.


Detalhes. A roupa vintage tem muitos detalhes que dificilmente encontramos nas roupas modernas produzidas em massa. Seja um botão, os bolsos, pregas nas camisas ou outros detalhes, a roupa vintage pode ter um charme muito especial. Os padrões e os estampados vintage também são difíceis de encontrar hoje em dia, o que faz com que o vintage ganhe cada vez mais fãs.


Cortes diferentes. A roupa dos anos 40 e 50 tem cortes e modelos totalmente diferentes dos de hoje, muito mais cintados e “pin-up”. Dos anos 70, destacam-se os colarinhos grandes. Nos anos 80 há os folhos e os padrões excêntricos. Os 90 foram a época de ouro dos chumaços e das mom-jeans que voltaram a estar na moda. Para muitos, comprar roupa vintage usada é a única forma de reavivar estas tendências do passado.